Aquecimento


Heeeeellllloooooooooooooooo, feeeeeeelllooooooows! Aqui fala Yanmar! Apront vag tug! Mane cori tsick! Voomp! Pan! Tung! Diretamente para todos ustedes.

Aconteceu alguma coisa com as comédias americanas nos últimos cinco anos. De repente, elas voltaram a ser boas. Depois de vários anos amargando com humor-banheiro canadense e com os filmes-paródia de 5ª categoria dos irmãos Wayans, dos Farrelys e, acima de tudo, da dupla Jason Friedberg e Aaron Seltzer, apareceu o produtor/roteirista/diretor Judd Apatow, que desde 2005, não pára de despejar petardos campeões de bilheteria.

O segredo dele? Doses generosas de humor maconheiro, apostas em novos comediantes como Steve Carell, Will Ferrell, Seth Rogen(ARGH!) e Paul Rudd, e piadas compostas 90% das vezes por improvisos dos atores. Claro que ainda há espaço para humor grosseiro envolvendo excrementos e fluidos corporais, mas de uma maneira bem mais sutil, se comparar com o clássico da comédia trash Quem vai ficar com Mary, por exemplo

A grande temática constante da maioria desses filmes são marmanjos já beirando os 40 anos que ainda vivem e pensam como adolescentes rebeldes (santa redundância, Batman!), que levam uma verdadeira porrada da realidade em determinado momento de suas vidas e precisam aprender a maturidade na marra. Se quiserem conhecer as obras de Apatow, sugiro alugar os filmes dele com Will Ferrell O âncora, Ricky Bobby à toda velocidade e Quase irmãos, O virgem de 40 anos e Superbad.

Identifico-me muito com os temas dos filmes dele, pois minha família é repleta de sujeitos como os losers dos filmes de Apatow. Por muitos anos, vi uma pessoa vivendo na casa de minha avó e chupando o sangue dela até a última gota, isso quando já beirava os 50 anos e depois de ter formado sua própria família. Era um anúncio dos tempos que viriam mais tarde. Fico imaginando se esses personagens são mera ficção ou reflexo de uma realidade assustadora nos Estados Unidos, e até mesmo aqui no Brasil. Noutros tempos, todo mundo tinha a obrigação de sair de casa e viver a própria vida aos 18 ou até antes, longe do conforto maternal. O que aconteceu com a gente na década 2K? Será que tive meu futuro previsto pelos filmes de novo?

Bom divertimento!

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3 Respostas

  1. Ao contrário de você, não tenho nenhum senso de humor e assim, não gosto e não assisto comédias.

  2. Olá Fernando, parabéns pela entrevista no Literário.
    Não vou endossar as palavras do Pedro pois não
    há necessidade, já expressei aqui o que acho dos seus
    textos.
    Gostaria de vir mais vezes, mas toda vez que tento
    o meu jurássico pc trava, mas sou teimosa.
    Virei sempre que for possível se você permitir.
    beijos

  3. Ops!

    Comédias americanas não curto, mas filmes
    de terror…eu babo! rsrsrs

    Fui

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