Todo cuidado é…

julho 25, 2011 - Uma resposta

Noite dessas, como é de meu costume, acordei de madrugada para tomar banho- Não se espantem, amigos. Sempre começo a cochilar no sofá da sala e acordo há altas horas com meu cheiro, não sei porque continuo fazendo isso… De qualquer forma, acordei perto das 3 da madrugada com um frio daqueles, e qual foi meu espanto ao perceber que o quarto de hóspedes, que fica ao lado do meu, havia adormecido com a janela simplesmente escancarada? Por motivos que não me recordo, nem eu nem minha mãe nos lembramos de fechá-la. Já ocorreu várias vezes de eu, por algum motivo, deixar a porta da frente destrancada na hora de dormir.
Outro dia, quando andava pelo estacionamento do supermercado para pegar minha bicicleta- aquela que vocês já conhecem…- esbarrei com o carro do meu pai estacionado lá, com o pino da porta do passageiro levantado. Um perigo! Fechei a porta e liguei para ele avisando. Às vezes, quando preciso me ausentar por um tempo curto, deixo minha bike guerreira estacionada na porta do lugar sem passar o cadeado na roda.
Onde estou tentando chegar é que, apesar desses deslizes, continuamos com a casa, a bicicleta e o carro imaculados.
É certo que, hoje em dia, náo se pode brincar com a bandidagem. Como diria o Chapolin Colorado, há quem consiga roubar suas meias sem tirar seus sapatos. Durante um assalto não existem desapegados a bens materiais. Recentemente três parentes meus tiveram as casas reviradas. Já fui assaltado algumas vezes, uma inclusive com um serrote no pescoço. Mas também não é nada saudável ficar paranóico quanto a segurança. Por exemplo, aqui no bairro e também em outros agora é moda, além de colocar a já tradicional e inútil cerca elétrica, colocar sobre os muros aqueles arames- gilete, laminados enrolados em forma de espiral, de forma que quase todos os muros da região ficam parecendo o bunker de Hitler. Alguns vizinhos vão além, colocando a cerca, o arame laminado, e ainda espalham cacos de vidro e azulejo no topo dos muros, plantam cactus enormes no canteiro, enrolam arame farpado nas grades, instalam câmeras de segurança na porta e ainda colocam uma matilha de cães raivosos no jardim. Imagino que os bandidos já devem estar pensando num jeito de passar por baixo da casa…
Quanto mais tentamos proteger nossos bens, mais os caras sentem-se tentados a desafiar nosso sistema de segurança. Então, seguindo essa lógica, se deixássemos a porta da frente aberta à noite, com uma placa com os dizeres BANDIDOS, SEJAM BEM-VINDOS! LEVEM TUDO QUE QUISEREM!, duvido que eles iriam querem fazer o assalto. Fácil desse jeito, que graça teria?

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Antes e depois (Ou seria o contrário?)

julho 25, 2011 - Uma resposta

Atualizando minha crescente coleção de puzzles…

Cubo Mágico 3×3

Cubo mágico 4×4

Bola mágica

Meu preferido, Mastermorphix

Megaminx

Cubo de Fisher

Tank Diamond

Skewb

Por fim, Pyraminx, o que eu menos gosto

E a família está a ponto de aumentar…

Cara, preciso de uma vida!

A rede me espera!

junho 29, 2011 - Uma resposta

É isso aí, galerinha. Enfim chegou aquele período do ano em que  preciso tentar me desligar de nossa insalubre rotininha e dar um descanso pro blog. Confesso a vocês que ultimamente tenho tido muita dificuldade para encontrar temas para minhas crônicas, nem imaginam o quanto. Estarei me ausentando daqui por todo o mês de Julho, regressando triunfalmente apenas no dia 29, para celebrar os 2 anos de vida desse recanto de loucuras. Aos outros sites e blogs que publicam meus textos, por favor não cancelem os links enquanto estiver ausente. Preciso passar um tempinho longe das letras para tentar clarear as ideias.

Um abraço, gente!

Fácil demais

junho 29, 2011 - Uma resposta

Você, que viveu nos anos 70, provavelmente era hippie e falava ou ouvia falar na tal Era de Aquário, no tal século XXI, onde
tudo seria diferente, enfim todos os seres vivos encontrariam a paz interior e a harmonia, blablablablabla…

Lembram-se de quando vocês, ingênuos que eram, olhavam para as estrelas e imaginavam como seria nosso futuro? Assistiam aos Jetsons, criação mediana de Hanna/Barbera, com aqueles carros voadores, edifícios de apartamento orbitando sobre a Terra, casas onde ninguém precisava saber andar, pois eram todas movidas a botões e esteiras, robôs diaristas, computadores enormes, que eram literalmente cérebros eletrônicos e até davam palpite na vida de seus donos, ônibus espaciais que eram realmente ônibus espaciais, onde podíamos entrar e dar um rolé pelo sistema solar.

Bem, aqui estamos já na 2ª década do século XXI- NA 2ª!- e NADA DE CARROS VOADORES! Já repararam que quanto mais a
tecnologia avança, menos conseguimos lidar com ela? Poucos como eu devem preferir a era analógica à digital. Quando chegou o primeiro videocassete da cidade- Por coincidência o nosso!- era uma invenção maravilhosa, pois não precisávamos mais estar em casa para não perder nossos programas favoritos, nem ir mais ao cinema com tanta freqüência. Bastava programar o aparelho e deixá-lo gravando a novela ou o noticiário e ir pro bar com os amigos. E todos os aparelhos vinham com a função gravar. Atualmente temos os aparelhos de DVD e Blu-Ray. É certo que a imagem e o som são incomparavelmente melhores, mas são
poucos e muito mais caros os que possuem gravadores, e não é possível acelerar trailers e logomarcas como no VHS. Eu sei que fitas cassete eram muito maiores, mais incômodas, caras e perdiam a qualidade mais rápido que um CDzinho, mas em
compensação não arranhavam ou davam “créca” quando eram filmes piratas.

Videogames… Nunca tive problema nenhum com cartuchos, apesar de uma ou outra sopradinha dentro pra limpar a poeira e ocasionalmente estragar o chip. Para todos os antigos 8 e 16 Bits havia uma verdade absoluta: Coloque o cartucho,
aperte Start 4 vezes e você já estava dentro do jogo. Parei de acompanhar a evolução da indústria no Nintendo 64, depois nunca mais coloquei a mão num controle. Hoje todos os consoles usam DVD e as mesmas leis dos aparelhos de assistir filmes valem para os videogames modernos. Tudo neles é demorado, várias telas de carregamento e filminhos de abertura que não dá para pular
apertando Start. It’s evolution, baby!

Em 1984 nascemos tanto eu como o primeiro Macintosh, considerado até hoje uma das maiores revoluções da história dos computadores. Recentemente vi um vídeo onde faziam uma disputa entre o velho computador da Apple e um desktop moderno
com o Windows XP para ver qual dos dois nos levava à área de trabalho mais depressa quando ligado. Enquanto o Mac ligou em aproximadamente 5 segundos, o XP, exibido que só ele, perdia quase um minuto carregando telas e mais telas até
dar o sinal. Sem falar no quesito confiabilidade. Em sua estréia, o Macintosh iniciou instantaneamente, exibindo um verdadeiro espetáculo de som e imagem jamais visto na história da informática. Em sua estréia, o Windows 98 nos brindou com a indefectível Tela Azul da Morte, diante de um exasperado Bill Gates e uma platéia imensa.

Praticamente todas as máquinas de hoje são exibidas, como diria minha mãezinha. Até TVs e fornos microondas modernos têm ringtone para ligar e desligar. No tempo da Telefunken de madeira com o botão seletor de canais que só ia do canal 2 ao 13 e
que mais parecia um móvel da casa que um eletrodoméstico, nenhum desses barulhinhos fazia falta. A televisão só fazia algum som se NÓS deixássemos.

Humanos são fascinados com qualquer coisa que funcione com botões. Não tão antigamente precisávamos fazer um esforço danado para abrir o portão da garagem, subir os vidros do carro, bater manteiga à mão, abrir latas, torneiras, apontar lápis… Vendo por esse ângulo, quase todo mundo fazia atividades físicas mesmo sendo um tremendo sedentário. Agora temos absolutamente tudo
funcionando com o apertar de um botão, e nem desconfiamos do motivo de estarmos tão gordos…

Direto do Túnel do Tempo…

junho 29, 2011 - Leave a Response

Dedicado à Felí e Paulo DiTarso…


Nada mole vida

junho 22, 2011 - Uma resposta


Aviso: Se você tiver menos que 16 anos, pare de ler nesse instante!

Aaaaaah, Suécia… Terra do The Hives, das almôndegas, dos vikings, do Sr. Leôncio (Aposto que não sabiam que ele é nórdico, sabiam?), do Roxette, de Ingmar Bergman e, acima de tudo, Christina Lindberg, a mulher mais linda que já surgiu no planeta. Aos 24, apesar do jeitinho de Lolita, já era uma mulher feita e vivida, o que não é necessariamente algo bom. Começou a ralar e ser ralada na frente das câmeras ainda na adolescência, em filmes de reputação pra lá de duvidosa, do naipe de pornô-chanchadas mais puxadas pro lado do pornô mesmo, sendo o mais famoso deles um dos filmes favoritos de Quentin Tarantino: A Vingança da Caolha, de 1974, “dirigido” por Bo A. Vibenius.
Well, vamos ao que pode ser considerado o enredo do filme: Madeleine, uma inocente garotinha do interior, sai para passear no bosque com um velho, que, por ironia do destino, é pedófilo. Ele tenta abusar sexualmente dela no meio do mato- na cena mais incompreensível e alucinógena da história do cinema- e fica tão excitado que morre de infarto antes que a mãe dela consiga achá-la. Madeleine fica tão apavorada com o assédio que acaba ficando muda. Anos mais tarde, Christina entra em ação como Maddie adolescente, e continua tão ingênua quanto antes. Um dia ela perde o ônibus que ia pra cidade e um sujeito esquisito com a maior cara de gigolô a oferece carona,
a embebeda num restaurante até desmaiar e a seqüestra. Ela acorda no dia seguinte no bordel do cara, onde ele a escraviza numa dieta diária de sexo e heroína, forçando-a a trabalhar para ele como prostituta de luxo.
Claro que ela reluta a servi-lo no começo, afinal o filme precisa de um motivo para ter o nome que tem. No primeiro aluguel, ela se recusa a transar com o cliente, e seu patrão, enfurecido, lhe arranca o olho com um bisturi (uma cena ultra-controversa, pois reza a lenda que o diretor usou um cadáver real na filmagem). E vocês acreditariam que, mesmo com um tapa-olho, ela continua sendo muito requisitada? Por sabe-se lá quanto tempo, três clientes- SEMPRE os mesmos durante todo o filme!- a visitam quase todos os dias: Um cara normal, uma lésbica sádica e um louco que adora bater fotos dela em ângulos, digamos, desconfortáveis, tudo mostrado da forma mais realista e repugnante possível. Resumindo: Comparadas a Madeleine, Maria Mercedes, Marimar e Maria do Bairro passaram a vida num convento.
Mas é claro que ela não deixaria isso barato! Nas horas vagas ela começa a arquitetar seu sórdido e super-merecido plano de vingança contra seus algozes, tomando aulas de karatê, tiro e corrida de carro, tornando-se a mais bela máquina de matar com um olho só e conduzindo nossa pérola a um final pra lá de previsível.
Este é um dos filmes mais odiados do mundo, tendo sido proibido nos Estados Unidos e em quase toda a Europa, inclusive em seu país de origem. Acreditem se quiserem, mas a intenção do diretor com esse filme era correr atrás do prejuízo causado por um filme anterior, fazendo um “filme comercial bobinho”. Se ele achava essa atrocidade um filme bobo, devia usar quase tanta heroína como a coitada da Madeleine.
Esperei três anos até acabar de baixar o filme, e confesso a vocês que, até para meus padrões de filme trash, esse aqui foi doloroso de assistir até o fim. Ele seria até uma pornô-chanchada de ação razoável, não fosse pelo vício do diretor em usar câmeras lentas. Quase todas as cenas do filme usam o recurso, desde as cenas de sexo explícito até atos corriqueiros como acender um cigarro ou assoar o nariz. A única explicação plausível para um uso tão abusivo deve ser para acobertar a falta de falas. Sem elas o filme mal chegaria a ter 50 minutos de duração. Mas, como gosto é que nem bunda, cada um tem a sua, e só tem louco no planeta, haverá quem aprecie essa “gema”.

Maddie tá de olho, hem? Hehehehehe, perdão, a piada era irresistível…

Frase do mês

junho 17, 2011 - Uma resposta

“É mais divertido reclamar do escuro que acender a luz”

Yanmar

Qual é seu preço?

junho 15, 2011 - 2 Respostas

Como diria Zé Lezim, brasileiro é que nem manequim de alfaiate: É o ferro quente no rabo e ele rindo. Nesse país, quando se ouve a palavra “Político”, geralmente ela vem seguida de quê? Ladrão, safado, mentiroso, ordinário, corno, vagabundo, assassino, malandro e toda a classe de insultos que só podem ser direcionados a eles e às sogras. Podem até haver no máximo uns quatro políticos honestos em qualquer cidade, mas todos são encobertos pela imensa sombra de seus nobres colegas salafrários.
Mas não é apenas aqui não. Em praticamente qualquer país, exceto nos asiáticos onde todos devem aprender a amar ao Imperador, a regra é que se há políticos, a população os odeia.
Como a mão que bate é quase sempre a mesma que apanha, os políticos não são muito diferentes de quem os elege. Não gostam de trabalhar como a maioria dos brasileiros, só querem saber de dinheiro, fazem questão de passar por debaixo da roleta, de sempre levar a melhor… Quer ser mais brasileiro que isso? E ainda temos a cara de pau de cobrar honestidade deles…
Mas também, se o político não rouba, com o quê ele preencheria 24 horas de seu dia? Fazendo o bem? Hahahahahahaha! Que coisa mais careta!
É a grande diversão de qualquer político enriquecer de maneiras pra lá de suspeitas. Creio que alguns devem até ejacular ao receber a bolada “nossa” de cada dia.
O país bem que poderia mudar algumas coisas quanto à bandalheira de nossos mandantes. Para começar, abolir a palavra “escândalo” dos noticiários, quando se referem à corrupção. Por quê? Ora, será que AINDA há alguém nesse país que fique escandalizado com essas coisas? Roubalheira, desvio de dinheiro, garotas de programa, prédios que caem, obras superfaturadas, enfim, tudo isso aparece na mídia praticamente todos os dias. Nós, contribuintes otários, já nem ligamos mais pra nada.
Outro ponto importante. Já que não há como os políticos escaparem da tentação, proponho a legalização da corrupção. Isso mesmo, vocês leram certo, folks. Sou a favor da legalização de tudo que é proibido, sabem por quê? Pois tudo que é bom é ilegal, imoral e engorda, como diria o rei Roberto. Tantos drogados e traficantes existem por aí simplesmente pelo bem que faz à alma infligir leis. Se maconha, cocaína, crack, heroína, todas essas delícias ilícitas tivessem o uso permitido por lei, seu uso perderia a graça e não haveria mais guerras civis nas favelas.
O mesmo vale pra corrupção. Ela devia ser não apenas legalizada, mas regulamentada. Quer dizer, dependendo da “relevância” do cargo, haveria um limite para o quanto o político poderia roubar, tudo registrado e computado por uma maquininha, como aquelas de passar cartão de crédito. Se o safado ousasse ultrapassar esse teto, cadeia nele na hora! Não seria muito mais simples e discreto assim? Mas, enquanto tal utopia anárquica e revoltante não se concretiza, que venham os adjetivos!

Luzes em cima de mim!

junho 15, 2011 - Uma resposta

O problema dos aplausos é que eles viciam… Quem não gosta de ser alvo de palmas e do pede-bis?

Havia esquecido de contar aqui no blog, mas no mês passado, além de ter me empenhado para concretizar meu livro (Que, por sinal, já foi enviado para uma editora, de quem espero respostas logo), estive envolvido em artes cênicas. Participei do Showçaite de Felicidade Tupinambá, uma grande amiga da família e promotora de eventos. Nesta edição, de número 17, o tema foi Cinema, um de meus temas favoritos. Por uma hora e meia, várias cenas e gêneros de filmes foram encenadas e dançadas por pessoas comuns, que nunca haviam participado de grupos de teatro nem nada, eu incluso.
Caracterizados como personagens famosos como o elenco do Mágico de Oz, Marilyn Monroe, John Wayne, Indiana Jones, o Fantasma da Ópera e Darth Vader, e outros injustamente esquecidos pelo tempo como Al Jolson e Marlene Dietrich, quase todos os números foram planejados e coreografados por Paulo Di Tarso, em meio a um ambiente de sonhos e magia (Essa foi bem gay…).
Para ser exato, fiz figuração como garçom no sketch dedicado aos faroestes, uma ponta quase insignificante mas eficiente, ou seja, a minha cara. A princípio participaria da dança com os cowboys e as meretrizes do saloon, mas, como estávamos falando de mim, eu não consegui arrumar um par para a dança… LoL
Uma noite e tanto… Foi um espetáculo memorável, muito aplaudido pelo público. Rimos juntos, choramos juntos, sofremos juntos sob o ar condicionado fulminante, mas não teve uma única pessoa que não tenha saído satisfeita. Há muitos, muitos anos não ficava tão feliz com uma coisa! Muito obrigado pela oportunidade e pelos aplausos, Feli!
Mas agora, com o sangue já resfriado, o peso da melancolia pelo espetáculo, pelos ensaios e pelas muitas amizades que fiz, enfim, por tudo isso ter acabado começa a tomar conta do meu ser.

QUERO MAIS! QUERO MAIS!

O amor está en el aire!

junho 10, 2011 - 2 Respostas

Abelha

Ferroou-me como uma abelha
Seu olhar me envenenou
Fez meu sangue virar mel
E a alma desmanchar feito cera

Tento aprender a voar
Para persegui-la e fazê-la minha
Mas sua colmeia não tem entrada
E para minha sorte, nem saída

Alguém

Que entre em minha vida sem pedir licença
Que me beije na boca sem que eu peça
Que vá comigo até o inferno sem medo
Que sorria de volta quando eu sorrir
Que me devolva o prazer de sonhar
Que me devolva a crença no amor
Que me enlouqueça num sussurro
Que me adoeça quando ausente
Que me sugue a alma num beijo
Que não ria de minhas fantasias

Que acorde ao meu lado

Anúncio de jornal

Procuro uma nova dona
Para os meus “Eu te amos”
Que esteja ansiosa por
Compartilhar comigo os seus

Estou juntando ferrugem
E teias de aranha há algum tempo
E preciso de ajuda para
Me lubrificar e passar a flanela.

Que seja atraente, mas
Não bonita em excesso
Boa de papo, mas não
Exageradamente culta

Valente e decidida, mas
Que não tenha a carreira
E o trabalho como centro
De seu universo.

Carinhosa e compreensiva
Implicante e neurótica
Como toda mulher deve ser

Um ombro amigo sempre à mão
Boa de beijo, de abraço
E, se possível, de cama

Se for capaz, ou
Conhecer quem seja
De preencher
Os requisitos acima
Procure por mim
Estou em todos os lugares

Tempo

Atrás de você
Vejo meu passado
Em sua boca
Vejo meu presente
Em seus olhos
Vejo meu futuro

Viciado

Em toda minha vida
Nunca dei meu sangue
Por coisa alguma

Nunca vivi intensamente
Suspirei de cansaço
Transpirei ou chorei

Nunca senti dor
Ódio, medo, ciúmes
Amor, zelo ou paixão

Até que, sorrateiramente
Você entrou em minha vida
E tudo mudou

Passo meus dias imaginando
Suas mãos em meus ombros
Sua saliva se misturando à minha

O toque de sua pele
O contorno dos seus lábios
O sabor do ar em sua volta

Obrigado por ter me devolvido a vida

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Sorry pela falta de atualizações de verdade essa semana, folks, mas não podia deixar o Dia dos Namorados passar batido… Ou podia? Quem sabe nesse domingo eu conheça a única mulher do resto da minha vida…